O cosmos orquestrou uma extraordinária mudança alquímica, acendendo uma chama sob nossos pés. Você está preparado para 2026? O ano que marca uma virada celestial. Por ora, o panorama nos conta sobre Saturno e Netuno se unindo no ardente Áries pela primeira vez em mais de 150 anos, acendendo um chamado global à ação e a uma corajosa transformação. Urano entra, com força, no comunicativo signo de Gêmeos, reconfigurando como nos conectamos, inovamos e trocamos ideias, ecoando momentos históricos de profunda transformação social.
2026 não é um ano qualquer. Regido por Marte, o Guerreiro Cósmico, com Júpiter concedendo bênçãos de Câncer e Leão, e uma impressionante formação de planetas, estamos prestes a embarcar numa jornada emocionante. Enquanto isso, Quíron, o Curador Ferido, entra em Touro, nos incentivando a curar nossa relação com o dinheiro, o corpo e a Terra; com a assinatura poderosa do Cavalo de Fogo, conhecida por desencadear revoluções, renascimentos e grandes mudanças energéticas. Teremos, ainda, Plutão remodelando o tecido social em Aquário, aprofundando sua influência e diversos planetas fora de seus limites, impulsionando avanços criativos. Um ano que nos convida a reescrever ousadamente o roteiro de nossas vidas.
Não estamos tratando só de uma virada do calendário (assunto controverso), a questão não é se a mudança está chegando; é se iremos surfar a onda ou ser arrastados por ela. Há uma rara convergência de poder planetário destinada a remodelar a política, a tecnologia, os relacionamentos e a própria maneira como vivemos. O céu de 2026 é uma forja alquímica, incendiando o zodíaco com transformação e renovação. Um chamado não ouvido desde os tremores, ditos à mão cheia, como “revolucionários” da década de 1960; a quem interessava? Sabemos que algo que deveria ter sido feito não o foi, mas que, sem dúvida, nos incita e provoca a encerrar esses capítulos antigos e ir aonde ninguém jamais foi. Qual o custo disso? Veremos.
Saturno emerge das águas místicas de Peixes e se junta a Netuno nos portões flamejantes de Áries, inundando nossas mentes com visões, exigindo que manifestemos nossos sonhos e nos alertando para termos cuidado com o que desejamos. Como dito, as duas últimas vezes em que esses planetas se encontraram no primeiro grau do zodíaco foram em 1742 e em 4362 a.C. A trama se complica ainda mais quando o ano de 2026 começa com a Lua, Mercúrio, Marte e Vênus fora dos limites com suas energias liberadas em sua forma mais bruta, extrema e imprevisível.
Ao mesmo tempo, o Curador Ferido, um híbrido de humano e cavalo, galopa em Touro, assim como fez durante a Peste Negra, a Grande Depressão (1927–1933) e novamente no auge da Grande Independência (1976–1984), nos convidando a curar nossa autoestima, reavaliar nossos valores e finanças e reparar nossa relação com a Terra. Urano, como Pégaso, dispara para o alucinante signo de Gêmeos, revolucionando a comunicação e a tecnologia, ao mesmo tempo que inflama rivalidades fraternais e ideológicas, assim como fez durante a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Civil Americana. Até mesmo a cor do ano, o verde-azulado transformador, reflete a metamorfose inerente a este ano.
Novamente falemos sobre Plutão, o sempre o transformador continua sua profunda escavação de Aquário, desmantelando sistemas obsoletos para forjar “comunidades visionárias”, “governos” e “avanços tecnológicos”. Em agosto, o Nodo norte se junta a ele no domínio do Aguadeiro, apontando a bússola do “destino” em direção à fusão de corpo, mente, alma e IA. Assustador, não é? Quando vistos na totalidade, esses padrões revelam que estamos entrando, mesmo, numa “nova ordem mundial”. Se isso parece improvável, prepare-se, 2026 expandirá os limites do que acreditamos ser possível. Devemos nos perguntar a quem interessa isso e por quê? Não podemos esquecer do humano em nós!
Sempre podemos contar com Júpiter para nos salvar, será? O rei dos deuses começa em Câncer, onde é exaltado, envolvendo-nos em compaixão que nutre o lar, a família e a cura emocional. No segundo semestre do ano, ele assume a coroa dourada de Leão, amplificando a criatividade, o romance e a busca por tesouros, tanto internos quanto externos, um período em que até mesmo o valor do ouro pode brilhar mais intensamente nos mercados mundiais. Já estamos vislumbrando isso. E por aqui tudo está ficando bem sombrio! O olho grande (que talvez seja puxadinho) do mundo pousa gananciosamente na Terra de Santa Cruz.
Sobrepondo-se a tudo isso está, como disse, o lendário, Ano do Cavalo de Fogo (a partir de 17 de fevereiro), conhecido em toda a Ásia como um período tempestuoso de transformação ousada. Os anos anteriores do Cavalo de Fogo remodelaram a história do Grande Incêndio de Londres em 1666 à invenção da máquina a vapor em 1786, culminando no explosivo (e provocado artificialmente?) despertar cultural de 1966.
Em homenagem a uma grande amiga que não se encontra entre nós desde 2023, ouso acrescentar um pouco da numerologia do ano. 2026 se reduz ao número 1, revelando o ano de começos, ou recomeços. Será um convite a superação de divisões, ou um ano de outra singularidade? Ao longo do ano teremos Luas Novas e Eclipses e elas carregam chaves ocultas que podem abrir portas que talvez pensássemos estarem fechadas para sempre ou que nunca imaginamos que existissem.
O ano nos convida a transformar a incerteza em fortaleza e a transformar obstáculos em degraus para o crescimento, a criatividade e a renovação. Lembre: somos os criadores de nossa realidade. Somos aqueles que esperamos para nos salvar. Então, mãos à obra!
Desperta tu que dormes, acordar não é mais suficiente!
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Desejo-lhe tudo de melhor;
Monica©
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